Em vez de construir, licenciar, operar e manter uma estação própria, a sua indústria passa a ter a estação da Okena como destino do efluente. É o modelo que o mercado chama de ETE as a Service — e é o nosso carro-chefe.
Recebimento contínuo do efluente da sua planta na unidade de Itapevi, com agenda fixa e documentação a cada carga. A sua operação deixa de ter uma estação para cuidar, e o efluente passa a ter destino programado, do mesmo jeito que qualquer outro insumo da rotina.
Origem, volume, variação ao longo do mês e características do efluente. É o levantamento que define rota, agenda e condição comercial.
A frequência acompanha a sua produção e é acordada antes do primeiro caminhão. Previsibilidade é o que faz esse modelo funcionar.
O efluente segue a rota que a composição pede, e cada carga gera documentação com rastreabilidade do que entrou na unidade.
Deixar de operar estação própria elimina o investimento, a equipe, o consumo de insumos e a gestão do lodo. O que não muda é que a responsabilidade pelo resíduo gerado continua sendo do gerador — e é exatamente por isso que a documentação emitida a cada carga importa: é ela que comprova o destino.
Informe o tipo de efluente, o volume mensal aproximado e o processo que o gera. Se houver laudo ou CADRI anterior, cite na descrição.
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