Okena

Tratamento off-site · Itapevi, São Paulo

Tem um efluente que a sua planta não consegue tratar?

Recebemos e tratamos ácidos, alcalinos, emulsões oleosas e solventes, efluentes orgânicos, metais pesados e efluentes fenólicos. Um especialista avalia o seu caso e indica a rota de tratamento.

Emergência em curso?(11) 3552-0101

Vista aérea de uma bateria de decantadores de estação de tratamento de efluentes industriais

Bateria de decantadores · imagem ilustrativa

Vista aérea de lagoas de estabilização e bateria de tanques de decantação

Lagoas de estabilização e tanques de decantação · imagem ilustrativa

Qual é a sua situação?

Seis motivos pelos quais uma indústria procura a Okena. Comece pelo seu.

O que tratamos

Físico-químico, oxidação avançada e biológico na mesma unidade.

Cada efluente segue a rota que a sua composição pede — físico-química, oxidação avançada, biológica, ou uma combinação delas. Quando o efluente reúne contaminantes de tipos diferentes, a rota é definida na caracterização e na análise da amostra.

Por contaminante

  • Ácidos e alcalinos
  • Emulsões oleosas e solventes
  • Efluentes orgânicos
  • Metais pesados
  • Efluentes fenólicos

Por rota de tratamento

  • Tratamento físico-químico
  • Oxidação avançada
  • Tratamento biológico
  • Deságue de lodos
  • Descaracterização de produtos

16

anos de operação, desde março de 2010

700+

clientes atendidos desde 2010

1 mi+

m³ de efluente tratados desde 2010

18+

certificações e prêmios

Operação da unidade de Itapevi, desde março de 2010.

Como trabalhamos

  1. 01

    Diagnóstico do seu efluente

    Um especialista levanta origem, volume e características do efluente e mapeia o que já existe de licença e destinação.

  2. 02

    Proposta técnica e comercial

    Rota de tratamento indicada, condições de recebimento e preço. A amostra, quando há, valida o que foi proposto.

  3. 03

    Recebimento, tratamento e destinação

    Agenda definida, documentação emitida a cada carga e rastreabilidade do que entrou na unidade.

Vista aérea de um decantador circular ao lado de leitos de secagem de lodo

Caso

A ETE própria parou de fazer sentido. A conta mostrou por quê.

Uma indústria da Grande São Paulo operava ETE própria em uma planta cercada pelo crescimento da cidade. O efluente tinha alta carga de fenol e a estação não acompanhava mais. O cálculo de custo total de operar a estação — químicos, energia, mão de obra, lodo e manutenção — mostrou que terceirizar o tratamento saía mais barato do que reformar.

Tem uma ETE própria nessa situação?

Está homologando a Okena como fornecedor?

Licença de operação da unidade, dados cadastrais e documentação de transporte, reunidos em um só lugar para o seu processo de homologação.

Descreva o efluente. Um especialista responde se ele é tratável e o que falta para avaliar.

Informe o tipo de efluente, o volume mensal aproximado e o processo que o gera. Se houver laudo ou CADRI anterior, cite na descrição.